Para se montar uma equipe, aqui está alguns aspectos que devem ser observados:
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Equipes e Equipes
Para se montar uma equipe, aqui está alguns aspectos que devem ser observados:
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Logística : A natureza dos canais de distribuição
Um canal de distribuição é uma empresa jurídica ou mesmo uma pessoa física que se incumbe de levar um produto particular ou serviço do produtor ao consumidor.
Todas as atividades de marketing devem estar orientadas para o consumidor, inclusive o distribuidor. Qualquer que seja o tipo de distribuição escolhido é fundamental que o seu trabalho seja organizado em termos de:
* Volume de vendas a realizar em relação ao potencial de mercado do segmentos atendidos;
* Adequação dos níveis de estoque dos distribuidores para a tender à demanda de seus mercados;
* Qualidade e freqüência da assistência aos seus clientes;* Número ideal de distribuidores para cada área de mercado.
Fonte: Portal da Administração
domingo, 25 de novembro de 2007
Líder coach: quais seus segredos para motivar sua equipe?
Será que as organizações perceberam que este estilo de gestão tem papel fundamental na melhoria de seus resultados, pois aumenta a performance do seu capital humano? Mas, o que é ser coach? É ser mentor, ser treinador. É alguém que treina o indivíduo através de processos focados em ações de desenvolvimento de competências, de utilização de ferramentas, de conhecimentos e dando oportunidades para a realização das metas e desejos deste indivíduo.Diversas literaturas citam que a fonte real de vantagem competitiva de uma organização é seu capital humano. Porém, estes, precisam se sentir valorizados para estarem motivados, comprometidos e, acima de tudo, serem produtivos e saudáveis.
Como motivação está relacionada à necessidade de cada indivíduo, no mercado competitivo atual, não basta apenas ter um gestor de área que alcance metas, gerencie processos, cumpra seus deveres e resolva problemas pontuais. Neste cenário, é necessário um líder coach que tenha uma visão sistêmica, tanto da organização, quanto de sua equipe. É indispensável que este profissional, além de desempenhar todas as atribuições citadas, saiba os impactos que elas provocam, e, ainda, desenvolva, estimule, proponha desafios, seja justo, dê feedback eficiente e constante, forneça propósito, direção e foco a seus liderados e consiga, acima de tudo, reter os talentos que fazem a diferença para o resultado da empresa.
Quando um setor conta com este modelo de liderança se beneficia por apresentar um ambiente de trabalho mais agradável, menos competitivos, tendo pessoas mais participativas e comprometidas. A empresa também ganha, pois cria uma equipe de alta performance. Faz com que as pessoas de talento sintam-se atraídas a trabalhar ali; é estabelecida uma rede de apoio e recebe maior visibilidade no mercado. Sem dúvida, um líder coach transforma o ambiente de trabalho em um lugar muito mais saudável, devido à habilidade no trato com as pessoas.
A equipe passa a vê-lo como aliado, ou melhor, uma pessoa preocupada com seu desempenho profissional, mostrando como se manter na direção correta, apesar dos obstáculos, isso, sem esquecer que ele tem um lado pessoal que acaba por influenciá-lo. Este estilo de líder tem, como ponto de partida, o respeito incondicional pelo liderado enquanto ser humano. Demonstra isso, ao ocupar boa parte do seu tempo em conversas motivadoras que fazem a diferença e acolhe, como tarefa, ajudar seus subordinados a tomar as melhores decisões em suas carreiras, a melhorar seu desempenho e a criar condições de sucesso profissional e pessoal.
Vale uma ressalva: muitas organizações ainda acreditam que mais importante do que ter um profissional com este perfil é ter uma remuneração satisfatória, pois a motivação dos funcionários está relacionada a este fator. No entanto, existem registros que comprovam que esta não é a realidade. Em uma pesquisa realizada pela Revista Exame do ano passado, foram citados os motivos que levam talentos a saírem das empresas, e, o quesito "política salarial que não estimula" aparece apenas em 7° lugar, enquanto que "o não reconhecimento dos resultados pelo chefe" aparece em 3°, e a grande campeã é “a insatisfação com a empresa”.
O reconhecimento por parte da chefia é necessário, afinal, quando este alcança uma determinada meta, é porque seus subordinados trabalharam e muito para este resultado. O legítimo líder é o que motiva, reconhece este esforço e faz questão de mostrar que o mérito não é só seu, e sim, da sua equipe, pois toda e qualquer meta é alcançada a partir de um trabalho realizado em grupo.
Como é possível verificar que a partir dos dados apresentados, um feedback - seja ele positivo ou negativo – da empresa ou do gestor, feito de maneira eficiente e constante, gerando diálogo, traz mais resultados, através da melhoria no desempenho da equipe. Além disso, o vínculo, o comprometimento e a lealdade do indivíduo estão diretamente relacionados com a confiança construída e a satisfação em pertencer a esta empresa ou a esta equipe. Por isso, é necessário que o líder tenha a sensibilidade de descobrir o que motiva cada um e a implicação disso para seu time, quais são as limitações e os gap´s para que não se exija mais do que a pessoa poderá apresentar, e por fim, mostrar qual a importância de cada um e de sua atividade na equipe.
Todos estes fatores relatados nos mostram a importância e influência de um líder com este perfil para a motivação de uma equipe, no que se refere à empresa e seu emprego. Tendo em seu quadro funcional pessoas com este perfil, a organização estará equipada para assumir riscos, enfrentar desafios, pois terá maior produtividade, menos conflitos e, principalmente, pessoas mais felizes.
Autor: Roberta Portela Alves Fagundes
http://www.htmlstaff.org/xkurt/projetos/portaldoadmin/modules/news/article.php?storyid=850
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Just-In-Time (JIT)
Fundamentos e características
O sistema Just-in-time/Kanban freqüentemente é associado a uma política de redução de estoque de matérias-primas através da sua entrega em intervalos e lotes menores. Na realidade, o sistema é muito mais abrangente do que essa característica “externa”. Internamente a fábrica, há mudanças do trabalho e do sistema de informações. De uma maneira geral, dois são os princípios deste sistema de produtividade, Just-in-time e controle autônomo dos defeitos. O Kanban propriamente dito é um sistema de informações para administrar o Just-in-time.
Objetivos do Just-In-Time
Flexibilizar a empresa;
Produzir somente os produtos necessários;
Produzir com qualidade requerida;
Menor “Lead Time” na concepção de novos produtos;
Menos “Lead Time” na manufatura;
Melhor atendimento ao cliente;
Menor perda (maior valor agregado ao produto);
Maior retorno de investimento;
Reduzir estoques em processo, produtos acabados e eventualmente matérias-primas;
Reduzir custos de fabricação;
Gerar espaços de Fábrica;
Produzir por métodos que permitam o envolvimento das pessoas (moral, satisfação, desenvolvimento, autocontrole;
Reduzir o custo e o tempo de transporte dos produtos entre o fornecedor e a empresa solicitante.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Falta de qualificação impede busca por emprego
De acordo com o estudo, 9,133 milhões de pessoas estão à procura de um emprego. No entanto, somente 1,676 milhão de trabalhadores têm experiência ou qualificação profissional necessária para a área em que desejam atuar.
O problema afeta principalmente a indústria e o comércio, em que a carência de mão-de-obra especializada é responsável pela sobra de vagas. O salário médio dos setores em que faltam trabalhadores qualificados é de R$ 942,80, o equivalente a 2,5 salários mínimos.
No setor de serviços, o problema se inverte. Existem 563 mil postos oferecidos, insuficientes para atender aos 618 mil trabalhadores especializados para atuar na área. A expectativa do Ipea é que, neste ano, o país crie 1,592 milhão de empregos formais.
'Estamos diante de um fenômeno novo, que é a ausência de trabalhador qualificado para a atividade econômica. Isso não acontecia há mais de duas décadas´, afirmou o presidente do Ipea, Marcio Pochmann. Para ele, o país precisa reconstruir o sistema de formação e de treinamento dos trabalhadores: ´Isso exige um planejamento que diz respeito a uma transformação do nosso sistema de intermediação de mão-de-obra no Brasil'.
A pesquisa do Ipea também mostrou uma mudança geográfica no surgimento de postos de trabalho. No Norte, Centro-Oeste e Sul, a quantidade de vagas supera o total de trabalhadores qualificados. No Sudeste e Nordeste, porém, sobram trabalhadores e faltam vagas.
A maior demanda, segundo o Ipea, é por profissionais do sexo masculino, não-negro, entre 31 e 37 anos e com pelo menos oito anos de estudo. As informações completas da pesquisa podem ser obtidas na página do Ipea na internet (www.ipea.gov.br).
As informações são da Agência Brasil.
(Redação - InvestNews)
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A Era do Administrador
O segredo americano, e que você jamais encontrará em nenhum livro de economia, é que os Estados Unidos são um país bem administrado, um país administrado por profissionais.
Dezenove por cento dos graduados de universidades americanas são formados em administração. Administração é a profissão mais freqüente, e portanto a que dá o tom ao resto da nação.
De 1832 a 1964 a profissão mais freqüente no Brasil era a de advogado, e foi essa a profissão que exerceu a maior influência no país, tanto que nos deu a maioria de nossos presidentes até 1964. A revolução de 1964 acabou com a era do advogado e a legalidade, e tivemos a era do economista, que perdura até hoje.
Nos próximos dez anos isso lentamente mudará. O Brasil já tem 2.300 cursos de administração, contra 350 em 1994. Estamos logo depois dos Estados Unidos e da Índia.
Administração já é hoje a profissão mais freqüente deste país, com 18% dos formandos. Antes, nossos gênios escolhiam medicina, direito e engenharia. Agora escolhem medicina, administração e direito, nessa ordem.
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Gestão: uma adaptação para o terceiro setor
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Ouvir faz bem para você
Amadurecer é deixar de ver nossas relações profi ssionais com aquele olhar infantil de que tudo é pessoal. Saber que não necessariamente estamos rodeados de amigos no ambiente de trabalho, da mesma maneira como acontece lá fora. Amadurecer é, também, aprender a separar sentimentos que cabem mais em relações pessoais dos sentimentos e reações que são mais adequados ao dia-a-dia da empresa. Portanto, se você ouviu algo que não é exatamente um elogio, pare, respire fundo e analise se não faz sentido. Pare com essa história de se imaginar perseguido ou incompreendido porque, em vez de aplausos, você recebeu uma bronca. É assim que a gente aprende e muda. Claro, reprimendas o tempo todo são um sinal de que você precisa mudar. Mudar é amadurecer.
Fica aqui o convite para uma refl exão. A quantas andam os aplausos e as reprimendas que você recebe? Veja o que vem sendo mais constante e como é sua reação. Seja inteligente e fi no para fazer com que o desconforto das “chamadas” não se torne um ácido. Da mesma maneira, orgulhe- se dos aplausos que você também recebe. Na hora de repartir essa alegria, seja elegante o sufi ciente para não se gabar. Cá entre nós, pitis só combinam com pessoas que, de elegantes, nada têm. Isso é saber viver!
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Manias na empresa?
Viver em grupo significa também ter uma "noção" do que pode incomodar as pessoas ao seu lado. Afinal, como você, todos precisam se concentrar, desenvolver um bom trabalho com condições para isso. Pensando assim, coloque a mão na consciência e diga: o que pode irritar no trabalho?
Celular: você "ama" seu ringtone?
A tecnologia oferece recursos bastante atraentes e fica difícil resistir, certo? Mas isso não significa que, no trabalho, seus colegas devam adorar aquele toque "especial" do seu celular, que dispara quando você está distante da sua mesa.
Ter colegas animados é sempre bom: descontraem o ambiente e tornam os problemas menos pesados. Mas, como tudo em exagero é prejudicial, aquele funcionário altamente empolgado, que vive rindo de tudo, falando alto e brincando até com a desgraça alheia não conquista muita simpatia no local de trabalho.
domingo, 7 de outubro de 2007
O real papel do líder de sucesso
As empresas competitivas buscam resultados. A economia mundial vive hoje o momento de concorrência mais acirrado que já existiu em todos os tempos. Para sobreviverem a esse cenário, as organizações adotaram um rigoroso padrão de excelência e passaram a exigir resultados cada vez mais positivos. Para produzir, atender aos clientes com excelência, competir nos mercados e atingir objetivos, as empresas exigem o máximo de desempenho de suas equipes. O desafio de tornar as pessoas mais produtivas, eficientes, comprometidas, adaptáveis e formar equipes vencedoras que gerem resultados positivos para o meio organizacional está nas mãos dos líderes.
Saber identificar e para onde se quer ir também são características louváveis de uma verdadeira liderança. No entanto, não há um modo único para liderar as pessoas. Não existe uma melhor metodologia para liderar as equipes. Os líderes de sucesso precisam desenvolver habilidades e obter, conseqüentemente, experiências pessoais e úteis através dos mais diversos métodos que podem ser usados para influenciar os membros de suas equipes. Os gestores devem buscar ativamente oportunidades para praticar e desenvolver nas pessoas a ação de forma motivadora.
O líder precisa ser forte e, é claro, contar com recursos para comandar uma jornada vitoriosa. Ele precisa influenciar e inspirar os outros para se unirem a ele, pois de outra forma o líder corre o risco de se tornar um viajante solitário e em rumo. Ele sempre precisará de um “mapa”, pois mesmo sendo forte o gestor pode se perder em um sistema complexo. Os líderes são os primeiros a sofrerem quando as situações desandam, não acontecem como o planejado. Isso porque, eles também são responsáveis pelo que acontece com a organização.
O real papel do líder bem-sucedido vai além de gerir os recursos da empresa. Ele tem a responsabilidade de INSPIRAR, DESENVOLVER PESSOAS e EQUIPES para que essas alcancem metas e resultados, conquistem objetivos cada vez mais ousados e se realizem plenamente dentro e fora da empresa. Isso sim, é liderar com sucesso.
Todo verdadeiro líder é influenciador e cultiva a colaboração com os outros e, ao mesmo tempo, esforça-se para criar relacionamentos produtivos. Para que os objetivos dos líderes sejam alcançados é necessário que os mesmos tratem as pessoas como elementos indispensáveis para a conquista da eficácia organizacional, que os colaboradores sejam vistos como seres humanos que agem e possuem sentimentos e nunca considerados máquinas incapazes de sentir tristeza, solidão ou dor.
O líder precisa ter a habilidade de conhecer e reconhecer as necessidades e os interesses das pessoas que compõem a sua equipe, para que junto com seus subordinados possa buscar e encontrar condições benéficas tanto para a organização quanto para os próprios colaboradores. A liderança exerce papel importante para a empresa, mas precisa apresentar características essenciais como: autodesenvolvimento; habilidades de comunicação e influência; auto-motivação e pensamento positivo para manter todas as pessoas envolvidas no processo tanto operacional quanto comportamental, a fim de que os resultados esperados possam ser atingidos com total sucesso.
O líder deve dar exemplo de comportamento, contudo jamais deve perder o controle e nunca pode reclamar e dizer que “não dá mais”, que um problema não tem solução. Ele deve reunir sua equipe e encontrar alternativas para solucionar o problema, afinal o ser humano é movido por incentivos e motivos. O bom comportamento influencia bons pensamentos e sendo assim, o líder jamais deve desviar seus pensamentos e objetivos para ações que o fragilizem.
Um bom líder trabalha e estimula o talento dos outros, nunca faz o trabalho dos outros profissionais ou assume a responsabilidade dos membros de sua equipe. O líder que comanda verdadeiramente cria em seus subordinados as atitudes construtivas possíveis e assegurará os melhores e mais prolongados resultados para ele e seus colaboradores.
O verdadeiro líder, alicerçado em seus princípios e valores, precisa depositar confiança no “banco emocional” de cada membro da sua equipe. O gestor necessita agir com humildade e saber perdoar as falhas, assim como deve encorajar o outro e ter coragem suficiente para corrigir e admitir seus próprios erros. E para se tornar um líder de sucesso é preciso ser humilde, pois a humildade é sinal de força e não de fraqueza como muitos imaginam. No fundo, ter humildade significa acima de tudo e simplesmente ter honestidade consigo.
http://www.rh.com.br/ler.php?cod=4862&org=2